Se você conhece New York, está acostumado a se hospedar na ilha e quer mudar de cenário, minha dica é o www.zhotelny.com, em Long Island City (Queen's).
Manhattan fica apenas uma parada do metrô. De carro, cinco minutos via Queensborro Bridge ou Midtown Tunnel.
O aeroporto de Laguardia fica a 15 minutos e o JFK menos de 30 minutos.
O Hotel oferece serviço de transporte gratuito de ida e volta para Manhattan numa descolada van e também bicicletas.
Para quem curte Arte Contemporânea, o Museu PS1 fica a dez minutos a pé e o Noguchi, quarenta e poucos minutos de caminhada.
Depois vou escrever uns posts com dicas fora do circuito. E vamos bater pernas em Queen's!
O point, é o terraço. É de perder o fôlego várias vezes.
Os quartos ( pequenos), do moderno e futurista Yotel com design japonês, são inspirados em cabines de avião. A atração do hotel, fica por conta do robô que guarda as malas dentro de compartimentos numa sala no lobby.
O hotel é frequentado por um público jovem com pouca bagagem.
O check in é eletrônico. Se fizer reserva pelo booking, leve a cópia para garantir o preço.
AKA TIMES SQUARE http://www.stayaka.com/locations/times_square/default.aspx
Studios e apartamentos de 1 ou 2 dormitórios.
Importante entrar em contato e pedir apartamentos que foram reformados recentemente.
Um molde plástico e lúdico para facilitar sua vida. Em poucos minutos você se transforma num super sushiman/woman e apresenta para os amigos, num autêntico jantar Japa, invenções gastronômicas milimetricamente quadradas.
Novas necessidades e novas soluções.
Os guardanapos e jogos americanos de algodão e linho pré-cortados sem costura da marca espanhola MY DRAP, produzidos em rolo, podem ser lavados e reutilizados várias vezes.
Fabricados com fibras 100% naturais e biodegradáveis.
Praticidade para o dia-a-dia ou ocasiões especiais.
Onde encontrar em São Paulo:
Os dois endereços despacham para todas as cidades do Brasil.
Inspirado pelo famoso media metragem de Albert Lamorisse, Le Ballon Rouge (O Balão Vermelho), filmado em 1956, Laurent Chéhère criou um universo ao mesmo tempo encantador e melancólico de Paris.
No filme de Lamorrise, um balão vermelho se sobressaia em uma cidade povoada por adultos e crianças ainda vivendo as consequências da 2º guerra. Uma cidade gris. É nesse contexto incerto que a história se passa: o menino descobre que o balão não é simplesmente uma coisa brilhante, saltitante, conduzido por uma corda, mas sim a vida, seu caráter expressivo travestido em si mesmo.
O universo de Chéhère tem uma paleta de cores semelhante ao filme, com predomínio de cinzas, azuis e marrons. O artista também compartilha uma dose do fantástico: os personagens principais, edifícios digitalmente construídos a partir de detalhes arquitetônicos fotografados em torno de Paris - parecem flutuar no céu. Porém, ao contrário do balão brincalhão com sua sequência de dança, essas residências flutuantes parecem resolvidas, como se não houvesse o tempo ao redor.
Laurent expõem o lado esquecido da cidade da luz. As casas são elevadas para, finalmente, alcançarem a atenção devida, seja do Estado, ou dos mais de 50 milhões de turistas que visitam Paris anualmente.
O filme de Albert Lamorisse tem um final feliz, o final de Chéhère ainda permanece suspenso.
Quem perdeu a exposição na Galeria Lume em São Paulo, terá uma nova chance de ver o trabalho do fotógrafo francês em Dezembro de 2013 no Mis, na Galeria Lume e no Instituto Francês.
Link para as póximas exposições: Bilbao, Paris, Guatemala, New York, Valencia, Sevilha, Barcelona, Cambodia...